A busca por mais produtividade e menos desperdício no canteiro de obras deixou de ser apenas uma boa prática e hoje é uma necessidade estratégica para construtoras que querem manter competitividade e lucratividade. Afinal, em um setor marcado por margens apertadas, prazos rigorosos, qualquer falha de gestão pode gerar impactos financeiros significativos. Saiba mais sobre o tema lendo o texto a seguir.
Quando se fala em desperdício, muitos pensam apenas em materiais jogados fora. No entanto, o conceito é muito mais amplo. Desperdício inclui qualquer recurso utilizado sem gerar valor real para a obra, como:
Períodos em que os colaboradores ficam parados por falta de planejamento, atrasos na entrega de materiais ou falhas de comunicação representam perda direta de produtividade e aumento de custos.
Refazer atividades por falhas no projeto, na execução ou na comunicação entre equipes gera desperdício de tempo, mão de obra e materiais, impactando diretamente a rentabilidade da obra.
Compras acima do necessário, armazenamento inadequado ou uso incorreto de insumos resultam em perdas financeiras e desperdício de recursos.
Deslocamentos frequentes dentro do canteiro, seja de pessoas, equipamentos ou materiais, aumentam o tempo de execução das tarefas e reduzem a eficiência operacional.
A ausência de padronização e organização nas atividades faz com que as equipes percam tempo e executem tarefas de forma ineficiente.
O desperdício no setor é muito mais expressivo do que parece. De acordo com dados do SindusCon-SP e da CBIC, até 30% dos materiais utilizados em uma obra podem ser desperdiçados por falhas de planejamento e controle .
Além do mais, o impacto financeiro vai além dos materiais. Estudos realizados pela Escola Politécnica da USP (pOLI indicam que as perdas totais podem chegar a até 30% dos custos do projeto, considerando retrabalho, tempo improdutivo e falhas operacionais. Em termos práticos, isso significa que uma obra pode perder quase um terço da sua margem simplesmente por falta de gestão eficiente.
A produtividade não depende apenas de esforço, mas de método, organização e gestão. Isso pode ser atingido por meio da:
Equipes bem treinadas executam tarefas com mais qualidade, menos erros e maior eficiência. Isso reduz retrabalho e melhora o ritmo da obra.
Somando a esse ponto, profissionais qualificados conseguem se adaptar melhor a novas tecnologias e processos.
Quando cada equipe trabalha de uma forma diferente, a produtividade tende a cair. A padronização garante consistência e facilita o controle das atividades.
Medir a produtividade é essencial para melhorar. Indicadores como avanço físico, horas trabalhadas e custo por atividade ajudam a identificar gargalos e oportunidades de melhoria.
Sem dados, a gestão se torna baseada em percepção, e isso aumenta o risco de decisões equivocadas.
A falta de comunicação é uma das principais causas de falhas na obra. Informações desencontradas geram erros, retrabalho e atrasos.
Entretanto, uma comunicação clara e integrada melhora o fluxo de trabalho e aumenta a eficiência.
Nesse contexto, os sistemas de gestão integrada, como o ERP Sienge, ganham destaque por centralizar informações de diferentes áreas da construtora, como financeiro, compras, estoque e planejamento de obras.
Aliás, através deste ERP, o gestor consegue ter uma visão completa da operação, controlando custos, consumo de materiais e produtividade das equipes em um único ambiente.
Sim, embora o ERP Sienge traga benefícios para praticamente qualquer tipo de projeto, existem obras em que sua utilização se torna ainda mais estratégica.
Empreendimentos de médio e grande porte, por exemplo, envolvem múltiplas etapas, equipes e fornecedores, o que aumenta significativamente a complexidade da gestão.
Nesses casos, o ERP pode ser ainda mais útil para centralizar as informações disponíveis
Apesar de ser uma ferramenta extremamente poderosa para a gestão da construtora, o ERP Sienge exige alguns cuidados para que realmente entregue os resultados esperados.
Um dos principais pontos é garantir a qualidade das informações inseridas no sistema, já que dados incorretos ou desatualizados podem comprometer análises e decisões estratégicas. Além disso, é fundamental evitar o uso de controles paralelos, como planilhas, que acabam gerando divergências e prejudicando a confiabilidade das informações.
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