A construção civil vive um momento de transformação impulsionado pela tecnologia. Se antes era comum que cada empresa utilizasse sistemas isolados para gerenciar orçamento, compras, engenharia, financeiro e obras, hoje o mercado exige uma operação muito mais integrada.
Nesse cenário, surge o conceito de ecossistema conectado. Veja mais sobre ele lendo o texto a seguir.
Um ecossistema conectado reúne diferentes ferramentas e empresas que compartilham informações entre si para apoiar toda a operação da construtora.
Isso significa integrar ERP, plataformas de gestão de obras, Business Intelligence (BI), CRM, assinatura eletrônica, soluções fiscais, softwares de engenharia, automação de processos e diversas outras tecnologias.
Quando essas soluções “conversam” entre si, a empresa deixa de depender de planilhas paralelas, controles manuais e informações desencontradas. Em vez disso, passa a trabalhar com uma única base de dados.
Dentre os principais motivos que tornam parcerias estratégicas tão eficientes é possível destacar:
Quando empresas especializadas atuam em conjunto, torna-se mais fácil automatizar tarefas repetitivas, otimizar fluxos de trabalho e reduzir desperdícios.
Além do mais, parceiros com experiência no setor conseguem identificar gargalos que muitas vezes passam despercebidos pela equipe interna, contribuindo para operações mais eficientes e econômicas.
O mercado da construção civil evolui constantemente, com novas tecnologias, metodologias e exigências legais.
Portanto, ao contar com parceiros estratégicos, a empresa passa a ter acesso mais rápido a essas inovações, além de receber orientações baseadas em experiências adquiridas em diferentes projetos e organizações do setor.
À medida que a construtora amplia seu número de obras ou expande sua atuação, seus processos também se tornam mais complexos, e um ecossistema conectado facilita essa expansão, pois as soluções e integrações podem evoluir junto com o negócio, sem a necessidade de reconstruir toda a infraestrutura tecnológica.
Empresas que trabalham em um ecossistema conectado também conseguem responder com mais agilidade às mudanças do mercado, lançar novos empreendimentos com maior eficiência e tomar decisões estratégicas baseadas em dados
Por fim, vale destacar que as melhores parcerias vão além da implantação de um software ou da execução de um projeto pontual.
Elas criam um relacionamento contínuo, no qual o parceiro acompanha a evolução da empresa, propõe melhorias e contribui para que a tecnologia continue gerando resultados ao longo dos anos.
Os números ajudam a entender por que tantas empresas estão investindo em ecossistemas tecnológicos. Segundo levantamento da McKinsey de 2017:
Ressaltando que, ao elaborar um ecossistema conectado, é importante fugir de alguns erros, como:
Escolher um fornecedor apenas pelo menor preço pode gerar prejuízos no futuro. No caso, avaliar o custo-benefício e o retorno esperado é muito mais importante do que considerar apenas o investimento inicial.
A implantação de novas tecnologias impacta diretamente a rotina dos colaboradores. Quando as equipes não participam do processo ou não entendem os benefícios da mudança, a resistência tende a aumentar, comprometendo a adoção das ferramentas.
Digitalizar processos ineficientes apenas transfere problemas para um ambiente tecnológico. Antes de implementar um ecossistema conectado, é fundamental analisar como cada área funciona. Dessa forma, a tecnologia passa a potencializar operações já organizadas.
Embora os dois conceitos estejam relacionados à conectividade e à troca de informações, eles possuem objetivos diferentes.
No ecossistema conectado, o foco está em tornar a operação mais eficiente, centralizar dados e oferecer uma visão completa da empresa para apoiar a tomada de decisões. Já o ecossistema IoT (Internet das Coisas) concentra-se na conexão entre dispositivos físicos e a internet.
Como dito antes, para criar um ecossistema conectado é necessário integrar tecnologias, processos e pessoas para que todas as áreas do negócio trabalhem de forma sincronizada, e a PSA ajuda justamente nesse processo.
Ela pode oferecer consultoria especializada, implantação de sistemas ERP, como o Sienge, soluções em Business Intelligence e projetos personalizados para construtoras, incorporadoras e loteadoras. Portanto, não perca tempo e entre em contato.